13 de 22 Vilas Olímpicas do Rio interrompem atividades por falta de contrato Os espaços do Complexo do Alemão, Padre Miguel, Centro, Caju, Gamboa, Deodoro, Vila Kennedy, Campo Grande, Mangueira, Santo Cristo, Fazenda Botafogo, Vidigal e Vila Isabel estão sem contratos

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O Rio de Janeiro pós Jogos 2016 perdeu mais da metade de suas Vilas Olímpicas. Dos 22 equipamentos que a cidade possui, 13 estão sem atividades. O problema é a transição de governo: os contrato com as organizações sociais que administravam esses espaços chegaram ao fim e até agora não se sabe o que acontecerá.

Os espaços do Complexo do Alemão, Padre Miguel, Centro, Caju, Gamboa, Deodoro, Vila Kennedy, Campo Grande, Mangueira, Santo Cristo, Fazenda Botafogo, Vidigal e Vila Isabel estão sem contratos. Juntas, elas custam R$ 1,8 milhões aos cofres da prefeitura.

A pasta responsável pelas Vilas Olímpicas era a Secretaria municipal de Esporte e Lazer, que, no governo Crivella, virou uma subsecretaria da Secretaria municipal de Educação, Esporte e Lazer, comandada por César Benjamin. Ontem, a prefeitura anunciou que a ex-presidente do Flamengo e ex-nadadora Patrícia Amorim será responsável pela nova subsecretaria. Procurada, a prefeitura não respondeu aos questionamentos do EXTRA sobre quando e com que modelo escolherá os novos administradores das vilas olímpicas.

A situação é parecida ao do Parque Radical de Deodoro, que foi publicada ontem pelo EXTRA. Lá, o contrato com o Instituto Carioca de Atividades, que administrava o local, foi encerrado no último dia 30 e, portanto, o local está fechado. A organização social recebeu R$ 5,3 milhões para manter o espaço aberto durante três meses. Sobre o parque, a prefeitura afirma que está “resolvendo a questão”.

Matéria Jornal O Extra Online

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