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Grávida desaparecida na Central do Brasil é encontrada morta Suspeita de sequestrar grávida na Central do Brasil está presa

  ATUALIZADO EM 26/12/2016

Os corpos foram encontrados carbonizados em uma casa em Magé, na Baixada Fluminense. Na residência havia muitas marcas de sangue, e a polícia acredita que lá tenham tentado fazer o parto da jovem. Foi encontrada uma faca no local.

Policiais também acharam pedaços do vestido e os restos mortais de Rayanne na lixeira da residência. Thainá e o marido, Fábio Luiz Souza Lima, 27 anos, dela estão presos acusados do crime. Segundo as investigações da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), ela e o marido tramaram o crime para ficar com o bebê. Thainá usava o nome de “Lídia” para se encontrar com a vítima.

De acordo com a Polícia Civil, Rayanne foi lavada para a casa de Thainá em Magé, onde foi morta por três homens no mesmo dia, por volta das 13h. Todos estão com a prisão pedida, mas estão foragidos. Eles vão responder por duplo homicídio e ocultação de cadáver.

“O que nos assustou foi a frieza. Os envolvidos não demonstraram remorso. Há várias denúncias de que o Fábio teria saído com mocfhilas de dentro casa de Thainá. Acreditamos que as bolsas foram usadas para ocultar os corpos. A Thainá tinha certeza que a Rayanne estava grávida de oito meses e ia dar à luz a qualquer momento. Ela é fria e dissimulada. Já o Fábio não disse nada sobre o crime. Esse grupo procura por grávidas, preferencialmente de meninas”, disse a delegada Elen Souto, da DDPA.

A especializada analisou mais de 1.500 imagens de câmeras, da Central até Magé, para chegar ao local do crime. A vítima recarregou seu celular no município, o que permitiu que os agentes encontrarem a casa. Os corpos estão no Instituto Médico-Legal (IML) e serão submetidos a exame de DNA.

Rayanne participava de um grupo das redes sociais para ganhar doações e foi assim que conheceu Thianá. As duas se encontraram na Central do Brasil onde a vítima foi vista pela última vez. Câmeras de segurança do local flagraram o exato momento em que elas embarcaram em um trem com destino à Duque de Caxias, na Baixada

ATUALIZADO EM 23/12/2016
Taina - Foto divulgação Polícia Civil
Taina – Foto divulgação Polícia Civil

Uma mulher está presa desde a última segunda-feira na Cidade da Polícia, no Jacaré, suspeita de ter raptado a grávida Rayanne Christini Costa, de 22 anos. A informação foi obtida nesta sexta-feira com exclusividade pelo DIA. Outras pessoas estão sendo investigadas e deverão ser presas a qualquer momento.

Thaina da Silva Pinto foi presa em casa, em Magé, na Região Metropolitana do Rio, mas não revelou o paradeiro da vítima. Com base em provas, a delegada Elen Souto representou junto ao Plantão Judiciário pela decretação da prisão da acusada pelo crime de sequestro, medida que foi aceita.

Nesta quinta-feira, familiares e amigos de Rayanne e da suspeita estiveram na sede da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), no Jacaré. Investigadores mostraram algumas imagens de câmeras de segurança da Central do Brasil em que vítima e acusada embarcaram em um trem da Central do Brasil. A mãe da vítima reconheceu a filha no vídeo. Procurada, a Polícia Civil não quis comentar essa versão e limitou-se a dizer que “as investigações estão em andamento” e que não passaria mais detalhes para “não atrapalhar na elucidação do caso”.

Na gravação entregue para a Polícia Civil, Rayanne, que havia chegado ao local de trem, vindo de Padre Miguel, na Zona Oeste, não teria deixado a estação. Na imagem é possível observar que vítima espera pela suspeita. Elas conversam por alguns instantes, trocam de plataforma e embarcam em um trem que seguiria para Duque de Caxias. A suspeita estava de roupa listrada e camiseta branca.

Rayanne está grávida de sete meses do segundo filhoReprodução Facebook

Rio – O desaparecimento de uma grávida de sete meses intriga a Polícia Civil do Rio. Desde terça-feira, a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) apura o sumiço de Rayanne Christini Costa, de 22 anos, que desapareceu após marcar um encontro para receber doações — de roupas e fraldas — para o filho prestes a nascer. Rayanne sumiu na manhã da última terça-feira, na Central do Brasil, quando iria encontrar com uma mulher que prometeu doar roupas para o bebê.

De acordo com amigos e parentes, a vítima — que mora com a mãe, uma filha de 3 anos e dois irmãos, um de 7 e 13 anos, respectivamente — em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, é carente e estaria participando de um grupo das redes sociais para ganhar doações para seu segundo filho, que deverá nascer em dois meses. “Ela estava em um grupo no Facebook, de pessoas que doam roupas e fraldas para pessoas que precisam. Aí eles decidiram criar um grupo no WhatsApp para as pessoas que precisam recebessem os produtos”, conta Caio César, 20 anos, amigo da vítima.

Segundo César, a vítima saiu de casa e seguiria até a estação de trem na Central do Brasil, e de lá iria com uma mulher para Magé, na Baixada Fluminense, onde deveria pegar as roupas. “Na terça, Rayanne deixou sua residência às 7h para levar a filha de três anos na creche e, de lá, pegou um mototáxi e foi até a estação de Padre Miguel em direção à Central”, lembra o amigo. Assim que a grávida chegou ao Centro ela teria entrado em contato com uma amiga para pedir que ela ligasse para uma mulher e avisasse que ela lá já estava no local combinado.

“Assim que ela chegou na Central, ela telefonou para a Thainá (amiga em comum entre eles) e pediu para ela ligar para um número. Ela passou um nome e disse que era para dizer à ‘Lídia’ que ela já estava lá no lugar combinado”, diz o amigo. No entanto, a ligação não teria sido completada. “A Thainá ligou para essa ‘Lidia’ algumas vezes, mas deu caixa postal. Logo depois a Rayanne ligou de volta e disse que já havia conseguido falar com essa mulher”, afirmou Caio.

Cartaz que a Polícia Civil divulgouDivulgação

Após os familiares notarem que Rayanne não voltava para casa, eles decidiram ligar novamente para o número, que seguiu desligado, e registrar um boletim de ocorrência. “A mãe dela não está comendo, não está falando. Ela está em choque, está tomando remédios. Nós fomos na polícia, registramos um BO e eles estão tentando descobrir para onde ela foi. A Rayanne tem uma filha de três anos pra cuidar”, disse o amigo.

Segundo o amigo da vítima, a SuperVia — empresa que administra os trens do Estado e gere a Central do Brasil — teria cedido imagens das câmeras de segurança do local e nelas teria sido possível ver a vítima saindo do local acompanhada de uma mulher.

Amigos estão organizando uma manifestação para este fim de semana. “Nós estamos marcando para sair daqui (Padre Miguel) e ir até lá em Bangu com cartazes, para sensibilizar a polícia e também pedir que quem tenha visto ela nos ligue, ou então avise os policiais”, finaliza.

Para auxiliar na procura e nas investigações, a Polícia Civil lançou um cartaz que estampa o rosto da vítima.

O DIA procurou a Polícia Civil e a assessoria da corporação informou que um procedimento policial foi instaurado e diligências estão em andamento para localizar a vítima. A reportagem também procurou a SuperVia, por telefone, para saber se a concessionária havia mesmo cedido imagens das câmeras de segurança para os investigadores. Aempresa afirmou que desconhecia a informação.

Quem tiver qualquer informação que possa contribuir com as investigações pode entrar em contato com a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) pelos telefones (21) 2202-0338 / 2582-7129 ou com a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) pelos telefones (21) 2334-8823 e 2334-8835 ou pelo chat https://cacpcerj.pcivil.rj.gov.br.

Reportagem do estagiário Rafael Nascimento

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