O fechamento da estação do BRT Transoeste na Ilha de Guaratiba, por conta de um incêncio ocorrido há cerca de duas semanas, vem deixando moradores daquele bairro da Zona Oeste revoltados. Na manhã desta segunda-feira, um grupo foi protestar na Avenida João Paulo VI. Com faixas, cartazes, apitos e buzinas, eles cobraram das autoridades o conserto da estação, entre outras coisas.

De acordo com o Consórcio BRT, que administra o serviço, os moradores terão que esperar entre três a quatro meses para ver a estação reaberta. Em nota, a empresa disse que um laudo constatou que os danos foram mais extensos do que se supunha, comprometendo inclusive os pilares de sustentação.

Moradores da Ilha de Guaratiba protestaram na Avenida João Paulo VI

Foto: Reprodução / Twitter

“O Consórcio está finalizando o levantamento do orçamento para dar início aos trabalhos de recuperação, e a estimativa é que a estação seja reaberta em três a quatro meses”, afirmou o BRT, no comunicado.

Enquanto a estação permanece fechada, segue em funcionamento, segundo o BRT, o serviço provisório “854-Ilha de Guaratiba”, além das linhas alimentadoras 854A (Ilha de Guaratiba x Campo Grande) e 874A (Barra de Guaratiba x Ilha de Guaratiba).

O serviço especial funciona da seguinte forma. Das 5h às 22h, é feito pela linha CTex x Ilha de Guaratiba, que tem partidas a cada 20 minutos. Das 22h às 5h, é feito pela linha Mato Alto x Ilha de Guaratiba, que tem partidas a cada 30 minutos.

Coletivos do corredor Transoeste foram impedidos de passar durante manifestação dos moradores da Ilha de Guaratiba

Foto: Reprodução / Twitter

Ainda na Ilha de Guaratiba, moradores exigem mais segurança. Eles pediram no protesto desta manhã que o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) seja transferido para mais próximo da estação do BRT. Em nota, a Polícia Militar, no entanto, disse que ainda não foi informada sobre esta solicitação oficialmente.

“Até o momento, não temos informações sobre o pedido de transferência do DPO, no entanto, o comando do 27º BPM colocou-se à disposição da população para receber sugestões sobre a segurança na região nos Conselhos Comunitários”, declarou a corporação, em comunicado.

Créditos: Jornal O Dia

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