terça-feira , 18 dezembro 2018
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Polícia identifica motorista que matou avó e netos na Zona Oeste do Rio Nome não foi divulgado pelos investigadores. As três vítimas foram enterradas sob grande comoção neste sábado (15). Moradores fizeram protesto pedindo redução da velocidade na via

A avó Mirian Batista de Moura Graça, 60 anos, com os netos Raphael Samuel de Moura Coelho, de 4 anos, e Kaio Vinícius Moura Coelho, de 7 anos. Os três morreram atropelados na Estrada do Catonho - Arquivo pessoal
Polícia identifica motorista que atropelou e matou avó e dois netos

Polícia identifica motorista que atropelou e matou avó e dois netos

A Polícia Civil já identificou quem atropelou e matou uma avó e dois netos em Sulacap, na Zona Oeste da cidade. O nome do suspeito não foi divulgado pelos investigadores. Miriam Moura, de 60 anos, e as duas crianças: Caio, de 4 anos e Rafael de 7, foram enterrados neste sábado (15), sob grande comoção no cemitério de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte.

O atropelamento aconteceu na última quinta-feira (13), quando a família voltava da igreja por volta das 20h.

Devastados, os familiares e amigos pediram mudanças na região onde tudo aconteceu. Eles fizeram um abaixo assinado para pedir um redutor de velocidade.

“Dificilmente passam a 70km/h. E olha o que aconteceu, é uma família. A gente nem imagina como está essa mãe. Eu tento, mas não tem como imaginar. Infelizmente, vão esperar acontecer outras para tomar uma providência”, lamentou o garçom Moisés Cunha.

Os moradores fizeram novo protesto neste sábado. Eles querem melhorias na Estrada do Catonho, para evitar novos acidentes. Eles também reclamam que motoristas passam em alta velocidade pela estrada. Os passageiros de ônibus também são obrigados a esperar em calçadas estreitas.

A CET-Rio disse que vai aumentar o número de placas e pintar faixas para alertar sobre o limite de velocidade. A prefeitura estuda também a instalação de uma lombada eletrônica perto do local do acidente.

O problema é antigo e já fez outras vítimas. A irmã do lanterneiro Daniel Fernandes de Oliveira, morreu atropelada com os quatro filhos em 1998.

“A minha irmã morreu aqui com meus quatro sobrinhos atropelados na calçada, que não existe calçada. Eu fui à prefeitura e já pedi, mas nada foi resolvido até hoje. Queremos solução”, disse ele.

Texto G1 | Por Fernanda Graell, RJTV

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