terça-feira , 19 fevereiro 2019
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Memorial em homenagem as vitimas do massacre da escola Tasso da Silveira é vandalizado Mãe de vítima lamenta: 'Dói o coração'

Foto do painel antes de ser vandalizado

Memorial teve azulejos queimados no último domingo (13); chacina ocorreu há quase oito anos — Foto: Reprodução/Arquivo PessoalMemorial teve azulejos queimados no último domingo (13); chacina ocorreu há quase oito anos — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Memorial teve azulejos queimados no último domingo (13); chacina ocorreu há quase oito anos — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Foto do painel antes de ser vandalizado
Foto do painel antes de ser vandalizado

O memorial criado em 2015 em homenagem às vítimas do massacre da escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste, foi vandalizado e teve azulejos queimados. A denúncia é da mãe de uma das vítimas, mas até o momento nenhum registro foi feito na delegacia.

A Polícia Civil informou ao G1 que a 33ª DP (Realengo) vai apurar o caso.

Monumentos em homenagem as vitimas
Monumentos em homenagem as vitimas

Ao chegar ao monumento, na Praça Anjos da Paz, próxima ao local onde Wellington Menezes de Oliveira, matou 12 crianças e feriu outras dez em 2011, Adriana Silveira disse que ficou em choque.

“Para mim foi muito triste ter que ver aquilo. Dói, é de doer o coração”, explicou ela.

Ela é mãe de Luiza Paula, uma das meninas mortas pelo atirador, que ao ser baleado, se matou em seguida. Para Adriana, a destruição de um patrimônio que lembra a morte da filha e de outras vítimas causa indignação.

Luiza Paula foi uma das vítimas do massacre em Realengo. — Foto: Reprodução/ TV GloboLuiza Paula foi uma das vítimas do massacre em Realengo. — Foto: Reprodução/ TV Globo

Luiza Paula foi uma das vítimas do massacre em Realengo. — Foto: Reprodução/ TV Globo

Ela diz que espera que as autoridades façam a devida investigação do caso. O painel tinhas inscrições que lembravam as vítimas e pediam paz.

“Alguém foi ali e tacou fogo, e nós perdemos alguns azulejos. Isso está nos causando muita tristeza. A gente quer que as autoridades responsáveis apurem, que eles façam o trabalho”, afirmou

Relembre

Wellington Menezes de Oliveira, homem que atirou contra escola municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, em 2011 — Foto: Divulgação/SesegWellington Menezes de Oliveira, homem que atirou contra escola municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, em 2011 — Foto: Divulgação/Seseg

Wellington Menezes de Oliveira, homem que atirou contra escola municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, em 2011 — Foto: Divulgação/Seseg

No dia 7 de abril, o atirador Wellington Menezes, ex-aluno do colégio, matou 12 crianças e feriu mais de dez estudantes. Segundo ex-colegas e professores, ele tinha um temperamento fechado e sofria muitas agressões verbais e bullying na escola.

Anos depois, ex-alunos e pessoas próximas às vítimas da chacina criaram o “Anjos de Realengo”, um grupo que tenta combater o bullying nas escolas. A data do massacre virou o dia nacional da luta contra a prática.

Estudantes se abraçam no retorno à Escola Municipal Tasso da Silveira, 11 dias após o crime, em 2011 — Foto: Fabio Motta/AEEstudantes se abraçam no retorno à Escola Municipal Tasso da Silveira, 11 dias após o crime, em 2011 — Foto: Fabio Motta/AE

Estudantes se abraçam no retorno à Escola Municipal Tasso da Silveira, 11 dias após o crime, em 2011 — Foto: Fabio Motta/AE

Matéria do Portal G1

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